Bailarina Linda

Bailarina Linda
Bruna Roberta Di Biagio

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

Há Momentos

Há momentos na vida em que sentimos tanto a falta de alguém que o que mais queremos é tirar esta pessoa de nossos sonhos e abraçá-la.
Sonhe com aquilo que você quiser, Seja o que você quer ser, porque você possui apenas uma vida e nela só se tem uma chance de fazer aquilo que se quer.

Tenha felicidade bastante para fazê-la doce, Dificuldades para fazê-la forte, Tristeza para fazê-la humana e esperança suficiente para fazê-la feliz.
As pessoas mais felizes não têm as melhores coisas, Elas sabem fazer o melhor das oportunidades que aparecemem seus caminhos.

A felicidade aparece para aqueles que choram, Para aqueles que se machucam, Para aqueles que buscam e tentam sempre E para aqueles que reconhecema importância das pessoas que passam por suas vidas.
O futuro mais brilhante é baseado num passado intensamente vivido, Você só terá sucesso na vida quando perdoar os errose as decepções do passado.
A vida é curta, mas as emoções que podemos deixar duram uma eternidade.
A vida não é de se brincar porque um belo dia se morre.

Clarice Lispector

domingo, 31 de janeiro de 2010

Polina Seminova - Linda rsrsrs




Polina Semionova, nasceu emMoscou em 1984, é uma principal bailarina do Ballet Staatsoper de Berlim. Ela é considerada como uma Prima Ballerina, é uma das mais jovens bailarina a alcançar este tipo de reconhecimento. Estudou na Escola do Bolshoi em Moscou, Russia, ganhou vários prêmios nas competições de ballet, incluindo uma medalha de ouro no Concurso Internacional de Ballet de Moscou de 2001, Primeiro Prêmio no Concurso Ballet Vaganova-Prix 2002, em São Petersburgo, e Junior no Prêmio do Concurso Internacional de Ballet de Nagoya (Japão) 2002. Graduou-se em 2002, foi convidada por Vladimir Malakhov para fazer parte da Cia de Ballet Staatsoper de Berlim, tornando-se com 18 anos de idade a mais jovem principal bailarina na história da Cia .


sexta-feira, 29 de janeiro de 2010

Raymonda


Bailado em três atosMúsica: Alexander GlazunovLibreto: Lydia Pashkova e Marius PetipaCoreografia: Marius PetipaA história "Raymonda" acontece no século XIII. Tudo começa no Palácio de Raymonda, sobrinha da Condessa Sybil de Daurice, da França. Todos dançam alegres, quando entra a Condessa, repreendendo os convivas por suas ociosidade.A Condessa exibe uma estátua da Dama Branca, sua antepassada que castiga os infiéis às tradições da família.O cavaleiro Jean de Brienne vem despedir-se de sua noiva, Raymonda. Ele está de partida para uma cruzada chefiada pelo Rei Andrei II, da Hungria. Durante a noite, surge diante de Raymonda o fantasma da Dama Branca, que a leva para o Reino Mágico da Fantasia, onde Jean a espera. Eles dançam, felizes. De repente, Jean desaparece e surge em seu lugar, um desconhecido Cavaleiro Oriental, que faz uma apaixonada declaração de amor à Raymonda. Assustada, ela desmaia e só acorda quando o dia amanhece. Raymonda pensa que estas visões foram uma premonição de seu destino.Mais tarde, no Castelo dos Daurice, acontece uma festa. Os convidados estão chegando, entre eles o cavaleiro sarraceno Abderakhman, com uma enorme comitiva. Raymonda o reconhece: é o misterioso cavaleiro de seu sonho. O jovem oferece à Raymonda poder e riqueza em troca da sua mão. Raymonda não aceita e, furioso, Abderakhman decide raptá-la.Neste exato momento, Jean de Brienne entra, com seus cavaleiros e o Rei Andrei II à frente, voltando da cruzada. O rei propõe que os dois pretendentes decidam seu destino em um duelo. Jean sai vencedor e fica junto de Raymonda novamente.Em outro momento, no parque do castelo de Jean, se passa a festa das bodas de Jean e Raymonda. Os convidados desfilam e Andrei II abençoa os noivos. A festa termina com um grande baile húngaro, em homenagem ao rei.

Romeo e Julieta.....Clássico



Coreografia: Leonid LavrovskyMúsica: Sergei ProkofievEstréia: 1940, em São Petersburgo (versão atual)Romeu e Julieta. Duas famílias, na cidade de Verona, nutrem uma grande inimizade entre si.São os Montecchio (família do jovem Romeu) e os Capuletto (família de Julieta e seu primo Teobaldo).Romeu e seus amigos Mercúcio e Benvólio costumam freqüentar uma praça, onde sempre arrumam brigas comTeobaldo e seus amigos. Numa dessas brigas, o príncipe, uma espécie de governador da cidade, presencia tudo e adverte os jovens, para que a rixa entre eles tenha fim. Procurando mais confusões, Mercúcio incentiva Romeu e seus amigos a entrarem em uma festa dos Capuletto usando máscaras, onde, mal sabem eles, começará a maior de todas as brigas. Romeu e Julieta se aproximam, e sem saber quem realmente são, se apaixonam. À noite, em seu quarto, Julieta não consegue dormir, pensando no seu amor, e vai para a varanda de seu quarto. Sem saber que Romeu está espreitando-a, declara seu amor para a lua e as estrelas. É assim que eles descobrem que, por uma infelicidade de seus destinos, haviam se apaixonado pelo inimigo de suas famílias. Mesmo sabendo disso, Romeu declara seu amor e os dois prometem não deixar a inimizade de suas famílias destruir esse grande amor. Na manhã seguinte, Romeu espera a ama de Julieta, que entrega a ele uma carta de sua amada, dizendo-lhe que o ama e se casará com ele, à custa de qualquer sacrifício. Os dois recorrem ao Frei Lourenço, que apesar de adverti-los quanto à desobediência às suas famílias, realiza o casamento, persuadido pelo amor sincero que Romeu e Julieta sentem um pelo outro. Logo após a breve cerimônia, Julieta volta para casa com sua ama, e Romeu vai para a praça encontrar com seus amigos. Teobaldo aparece na praça e as brigas começam novamente. Romeu tenta acalmá-los e evitar a luta, mas nesse momento Teobaldo fere Mercúcio mortalmente. Romeu parte para cima do primo de Julieta e vinga seu melhor amigo. O príncipe fica sabendo da triste conseqüência das brigas e expulsa Romeu da cidade, dando-lhe o prazo de ir embora até o amanhecer. Julieta fica muito abalada ao saber da morte de seu primo, mas sabendo de toda a história, perdoa Romeu. Sua ama permite-lhes terem sua noite de núpcias, escondido dos pais de Julieta, e antes que Romeu vá embora. Ao amanhecer, Romeu foge escondido do quarto de Julieta enquanto a Sra. Capuletto vai ao encontro da filha para anunciar que seu pai já havia escolhido um noivo para ela. Julieta se desespera e procura a ajuda de Frei Lourenço. Este, sabendo que a jovem não pode violar os votos do matrimônio, dá a ela uma poção que a fará ficar com aparência de morta durante algum tempo, para que Romeu a encontre em seu túmulo e fuja com ela. Julieta toma a poção e o padre envia um mensageiro a Mantra, onde está Romeu, para avisá-lo de toda a farsa. Pela manhã, quando a ama vai acordar a garota, encontra-a "morta". A notícia se espalha, e chega a Romeu antes do mensageiro enviado por Frei Lourenço. Desesperado, ele compra um veneno e vai ao túmulo da amada, encontrando-a morta. Sem perceber que tudo não passava de uma mentira, Romeu toma todo o veneno, caindo morto ao lado dela. Julieta acorda, e, encontrando seu marido morto, toma sua espada e se mata a seu lado. Depois de toda a tragédia, as famílias Montecchio e Capuletto se unem na dor e decidem se perdoarem dos antigos ódios e rivalidades.Romeu e Julieta não é um balé, mas sim vários, pois o romance de Shakespeare inspirou mais de cinqüenta produções. As primeiras foram encenadas desde 1785, mas a versão mais conhecida atualmente foi produzida em 1940, quase dois séculos depois. Também muitas músicas foram compostas para representar essa tragédia, e entre elas, versões de compositores famosos como Tchaikovsky e Berlioz também são conhecidas. A versão estreada em 1940, com a música de Prokofiev, foi a que mais se popularizou na dança, tendo características singulares. À título de curiosidade, o roteiro para essa versão pretendia mudar a obra de Shakespeare, de modo que os amantes não morressem no final, mas a mudança não foi bem aceita, sendo abandonada. Também é marcante nessa obra a grande atenção com personagens secundários, como Mercúcio, que tem um tema próprio de quase trinta minutos, tornando-se um papel disputado pelos melhores bailarinos do mundo.

Rifa-se Um Coração - De Clarice Lispector




Rifa-se um coração quase novo.Um coração idealista.Um coração como poucos.Um coração à moda antiga.Um coração moleque que insiste em pregar peças no seu usuário.
Rifa-se um coração que na realidade está um pouco usado, meio calejado,muito machucado e que teima em alimentar sonhos e cultivar ilusões.Um pouco inconseqüente que nunca desiste de acreditar nas pessoas.Um leviano e precipitado coração que acha que Tim Maia estava certo quandoescreveu... "...não quero dinheiro, eu quero amor sincero, é isso que euespero...".Um idealista... Um verdadeiro sonhador...
Rifa-se um coração que nunca aprende.Que não endurece, e mantém sempre viva a esperança de ser feliz, sendo simples e natural.Um coração insensato que comanda o racional sendo louco o suficiente para se apaixonar.Um furioso suicida que vive procurando relações e emoções verdadeiras.
Rifa-se um coração que insiste em cometer sempre os mesmos erros.Esse coração que erra, briga, se expõe.Perde o juízo por completo em nome de causas e paixões.Sai do sério e, às vezes revê suas posições arrependido de palavras e gestos.Este coração tantas vezes incompreendido.Tantas vezes provocado.Tantas vezes impulsivo.
Rifa-se este desequilibrado emocional que abre sorrisos tão largos que quase dá pra engolir as orelhas,mas que também arranca lágrimas e faz murchar o rosto.Um coração para ser alugado, ou mesmo utilizado por quem gosta de emoções fortes.
Um órgão abestado indicado apenas para quem quer viver intensamente contra indicado para os que apenas pretendem passar pela vida matando o tempo,defendendo-se das emoções.
Rifa-se um coração tão inocente que se mostra sem armaduras e deixa louco o seu usuário.Um coração que quando parar de bater ouvirá o seu usuário dizer para São Pedro na hora da prestação de contas:"O Senhor pode conferir. Eu fiz tudo certo, só errei quando coloquei sentimento. Só fiz bobagens e me dei mal quando ouvi este louco coração de criança que insiste em não endurecer e se recusa a envelhecer"
Rifa-se um coração, ou mesmo troca-se por outro que tenha um pouco mais de juízo.Um órgão mais fiel ao seu usuário.Um amigo do peito que não maltrate tanto o ser que o abriga.Um coração que não seja tão inconseqüente.
Rifa-se um coração cego, surdo e mudo, mas que incomoda um bocado.Um verdadeiro caçador de aventuras que ainda não foi adotado, provavelmente, por se recusar a cultivar ares selvagens ou racionais, por não querer perder o estilo.
Oferece-se um coração vadio, sem raça, sem pedigree.Um simples coração humano.Um impulsivo membro de comportamento até meio ultrapassado.Um modelo cheio de defeitos que mesmo estando fora do mercado, faz questão de não se modernizar, mas vez por outra, constrange o corpo que o domina.
Um velho coração que convence seu usuário a publicar seus segredos e a ter apetulância de se aventurar como poeta

Esmeralda


Balé em três atos e cinco cenas Coreografia: Jules PerrotMúsica: Cesare PugniHistória: Jules PerrotEstréia: 1844, no Teatro de Sua Majestade, em Londres.
Estamos no século XV, no Pátio dos Milagres, em Paris. Ao entardecer, os mendigos encontram-se numa algazarra geral, sob a presidência de Clopin. O poeta Pierre Gringoire é trazido à sua presença. Os outros o revistam,e como só encontram um poema em seus bolsos, ficam irritados. Clopin condena Pierre à morte.Dá-lhe, contudo, uma opção: se encontrar uma mulher que queira desposá-lo, será livre. Porém, ninguém se apresenta. Nesse momento, entra a cigana Esmeralda, que se compadece da situação de Pierre econcorda em casar-se com ele. Segue-se uma dança para comemorar o matrimônio.Claude Frollo aproxima-se de Clopin e confessa seu amor por Esmeralda.O chefe concorda em ceder-lhe a cigana, e Claude declara-se a ela. Ouve-se o toque de recolher.
Claude chama Quasímodo, o sineiro da igreja de Notre Dame, para ajudá-lo a pegar Esmeralda.Os dois se atiram sobre a cigana. Nesse momento, entra um policial com o capitão Phoebus à frente.Claude consegue fugir, mas Quasímodo é preso. Esmeralda e Phoebus trocam olhares, e a jovem lhe conta sua vida. Ela intercede pelo corcunda e consegue sua libertação, fugindo dos beijos e abraços do capitão e levando consigo sua faixa. Esmeralda entra em seu pequeno quarto, pobremente mobiliado, segurando a faixa de Phoebus.Com o olhar perdido, forma o nome do capitão com umas letras na mesa. Entra Pierre Gringoire, o poeta, julgando que aquele abandono da cigana signifique amor por ele.Tenta agarrá-la mas ela se livra, apanha um punhal e o ameaça, dizendo que só o desposou por piedade. Pierre sai, decepcionado. Pouco depois aparece Claude, com Quasímodo. Ele declara seu amor a Esmeralda, mas logo vê o nome de Phoebus na mesa. A jovem foge.
Claude sai atrás dela, mas cruza com Pierre e tenta apunhalá-lo.É detido por Quasímodo, que jura vingar-se de Phoebus. No jardim da mansão de Gondelaurier, são feitos os preparativos para o casamento de Fleur de Lys e Phoebus. A noiva dança com suas amigas.Entra o noivo, que beija, indiferente, sua mão. Esmeralda vem dançar, acompanhada por Pierre Gringoire.O capitão demonstra seu sentimento, o que enfurece a noiva, principalmente depois que ela vê a faixa de Phoebus com a cigana. Fleur de Lys arrebata a faixa de Esmeralda, mas cai no chão desmaiada.Enquanto é levada para casa, o poeta protege a saída de Esmeralda. Phoebus os segue.É noite. Em um aposento de uma taberna, com uma janela que dá para o rio, entra o chefe
Clopin, seguido por Claude, com um archote na mão para iluminar o caminho. Clopin indica um esconderijo e Claude entra ali com um punhal. Tempos depois chegam Phoebus e Esmeralda. O capitão pergunta à jovem como é que ela pode amar dois homens ao mesmo tempo. Tomando uma pluma e soprando-a, ela responde que seu amor é como uma pluma ao vento.Com ciúmes, Claude salta sobre os dois com o punhal na mão. Phoebus puxa Esmeralda para um quarto.Ouve-se um tiro e a queda de um corpo. Claude sai correndo e salta pela janela. Esmeralda desmaia.Clopin invade o recinto, seguido por outras pessoas e acusa Esmeralda de assassinato.A cigana é presa, apesar de seus protestos. Segurando uma rosa, ela dança como em um sonho.Aos poucos, tudo vai se acabando. O espectro da rosa sai pela janela, a moça acorda, percebe que tudo não passou realmente de um sonho e aperta a flor contra o seio.

Sylvie Guillem, Um Espetáculo de Bailarina



Sylvie Guillem nasceu em Paris no ano de 1965, França. Sua mãe era instrutora de ginástica rítmica, o que inspirou muito a filha a fazer dança. Em 1976, com 11 anos de idade,Sylvie deixou a ginástica para fazer ballet na Ópera de Paris. Depois de somente 5 anos de aulas, ela foi convidada a ingressar na companhia da Ópera de Paris. Com apenas 16 anos!!! No ano de 1989, Sylvie ingressou no Royal ballet e lá dançou muitos papéis principais de vários ballets. Também é muito dito que Sylvie é uma das bailarinas mais bem pagas do mundo.Em 1984 rudolf Nureiev, na época diretor da Ópera, nomeou étoile(estrela).Guillem é uma bailarina músicalissima e dotada de uma espantosa facilidade técnica.Não se restringe ao balé clássico: vários coreógrafos contemporâneos criaram obras para ela.O governo francês mandou fazer uma estátua de tamanho real da Sylvie para ser colocada em exposição na Ópera de Paris.